Acre registra duas mortes por dengue sob investigação e quase mil casos confirmados em 2026
Publicado 4 horas atrás
em 10 de julho de 2026
Por Alexandre Lima

Boletim da Sesacre aponta 993 casos confirmados da doença, 15 ocorrências com sinais de alarme e alerta para o risco de reintrodução do sorotipo DENV-3 no estado.
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O Acre registrou dois óbitos por dengue que permanecem sob investigação, conforme o Boletim Epidemiológico nº 5/2026, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) nesta quinta-feira (9). As mortes ocorreram entre moradores dos municípios de Rio Branco e Sena Madureira.
O levantamento, que abrange as Semanas Epidemiológicas 1 a 20 de 2026, entre os dias 4 de janeiro e 23 de maio, também identificou 15 casos de dengue com sinais de alarme em todo o estado.

Rio Branco concentrou a maior parte das ocorrências, com 12 registros. A regional do Baixo Acre contabilizou 10 casos no total. Na regional do Juruá foram registrados três casos, distribuídos entre os municípios de Cruzeiro do Sul, Feijó e Marechal Thaumaturgo, com um caso em cada cidade. Já a regional do Alto Acre não apresentou notificações de casos com sinais de alarme no período analisado.
De acordo com o boletim, o Acre contabiliza 1.455 casos prováveis de dengue, dos quais 993 foram confirmados. A taxa de incidência da doença no estado é de 165,2 casos por 100 mil habitantes.
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A Sesacre alerta para a possibilidade de mudança no cenário epidemiológico, principalmente em razão da reintrodução do sorotipo DENV-3, considerado um fator de preocupação para o aumento da circulação do vírus. Diante desse cenário, o órgão reforça a importância da manutenção das ações de vigilância, controle do mosquito transmissor e monitoramento dos casos.
A secretaria também orienta a população a procurar imediatamente uma unidade de saúde ao apresentar sintomas compatíveis com a dengue, como febre, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações. Além disso, recomenda evitar a automedicação e buscar atendimento imediato caso ocorram sinais de agravamento, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes ou sangramentos.
Fonte: O Alto Acre




