
Mais de seis em cada dez casos de dengue confirmados no Acre em 2026 foram registrados em Rio Branco, segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). Até a 20ª semana epidemiológica, encerrada em 23 de junho, a capital contabilizou 607 casos confirmados, o equivalente a cerca de 61% dos 993 registros da doença em todo o estado.
Depois de Rio Branco, os municípios com maior número de confirmações são Cruzeiro do Sul, com 153 casos, e Mâncio Lima, com 66. Em seguida aparecem Marechal Thaumaturgo, com 25 casos, Brasiléia e Xapuri, ambos com 20, além de Sena Madureira e Epitaciolândia, com 19 registros cada.
Os dados também mostram que a Regional do Baixo Acre concentra a maior parte das ocorrências, com 660 casos confirmados, seguida pela Regional do Juruá, com 266, e pela Regional do Alto Acre, com 67.
Ranking dos municípios com mais casos confirmados
De acordo com o boletim da Sesacre, os municípios com maior número de casos confirmados de dengue em 2026 são:
- Rio Branco – 607 casos;
- Cruzeiro do Sul – 153;
- Mâncio Lima – 66;
- Marechal Thaumaturgo – 25;
- Brasiléia – 20;
- Xapuri – 20;
- Sena Madureira – 19;
- Epitaciolândia – 19;
- Rodrigues Alves – 15;
- Plácido de Castro – 10.
Na outra ponta do levantamento, Acrelândia, Santa Rosa do Purus e Tarauacá registraram apenas um caso confirmado cada no período analisado. Bujari e Jordão tiveram três casos, enquanto Capixaba contabilizou quatro.
Casos com sinais de alarme
O boletim aponta ainda 15 casos de dengue com sinais de alarme em todo o Acre. Rio Branco concentra 12 dessas ocorrências, enquanto Cruzeiro do Sul, Feijó e Marechal Thaumaturgo registraram um caso cada. Além disso, há dois óbitos em investigação, de moradores de Rio Branco e Sena Madureira.
Apesar da concentração dos casos na capital, o boletim epidemiológico destaca que o Acre registrou uma redução expressiva nos diagnósticos de dengue em comparação com o mesmo período de 2025. Ainda assim, a Secretaria de Saúde alerta para a manutenção das ações de vigilância diante da circulação do vírus e do risco de mudança no cenário epidemiológico
Fonte: A Gazeta do Acre




