
A literatura acreana ganha um novo capítulo no próximo dia 25 de julho, com o lançamento do décimo livro do poeta, escritor e ativista cultural Alessandro Borges, conhecido como Poeta da Baixada. A obra, intitulada “Meu Acre em Versos de Cordel”, será apresentada ao público às 18h30, no coreto da Praça da Revolução, em Rio Branco.
O projeto foi contemplado pelo Edital de Arte e Patrimônio nº 005/2025, do Fundo Estadual de Cultura (Funcultura), e transforma em poesia a história, a identidade e a memória da capital acreana por meio da tradicional literatura de cordel, reconhecida como uma das mais importantes manifestações da cultura popular brasileira.
Com linguagem acessível, versos ritmados e forte identidade regional, o livro conduz o leitor por um verdadeiro passeio literário pelos principais patrimônios de Rio Branco. Praças, monumentos, mercados, centros culturais, espaços históricos e locais que fazem parte do cotidiano da população são retratados em poemas que preservam a musicalidade, a oralidade e a essência do cordel.
Mais do que uma homenagem à capital acreana, “Meu Acre em Versos de Cordel” convida o público a redescobrir a cidade sob um novo olhar, despertando o sentimento de pertencimento e valorizando a história, a cultura e as tradições do Acre de forma leve, educativa e envolvente.
Ao alcançar a marca de dez livros publicados, Alessandro Borges consolida uma trajetória dedicada à valorização da cultura regional. Ao longo de sua carreira, o Poeta da Baixada tem utilizado a literatura como instrumento de transformação social, incentivo à leitura e democratização do acesso à cultura, desenvolvendo projetos voltados à formação de novos leitores e ao fortalecimento da identidade acreana.
O lançamento da obra representa mais um importante marco em sua carreira, reafirmando o compromisso do escritor com a preservação da memória cultural do Acre e com a difusão da literatura produzida na região.
Aberto ao público, o evento reunirá leitores, escritores, artistas, educadores e admiradores da cultura popular em uma noite de celebração da literatura, da poesia e da riqueza cultural acreana, reforçando o papel da arte como instrumento de preservação da identidade e da memória coletiva.




